A vontade de adormecer longamente guia-me pelas mãos, conduz todo o corpo pelo estreito e doloroso caminho da incompreensão. Ó intrigante ambíguo planeta, de decisões certas, cruéis, corretas. Que dá um desejo de se jogar na dança, ao meio do mar de gente, ou seguir confuso, iludido, indescente, até pelo que não importaria o que fosse feito, o sentimento seria o mesmo, com ou sem status, seria um número, seria um lado feliz e um outro sem lado e sem metade.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
E cá estamos, o mesmo ponto.
Redundâncias são quase como labirintos, girar, girar e não partir, descabidas ações, desnecessários reflexos.
Exacerbados propósitos dos outros, que acha que tornaram-se teus, deslocada como nuvem, que nunca permanece presa ao mesmo pedaço de céu.
Não pense que você está em pauta, pois não há atrevimento suficiente de minha parte e nem méritos para que tão pouco fale do tão admirável.
É, talvez não tenha qualquer sentido para o leitor, mas os significados não são para ele, talvez amanhã nem meus sejam, e quando deixo cá um talvez, é porque até hoje tais pensamentos permanecem em voga aqui dentro, acompanhados da ilusória esperança do encontro, de me encontrar em mim.
Assinar:
Postagens (Atom)
