Diversidade de acontecimentos e reações, traspassando numa bagunça!
E de tão rápido, chegam a ser despercebidos, mais uma vez pela diversidade de atividades. Decisões tomadas, e entre os espaços até arrependimentos e esperanças.
Pois é, embora maluco pareça, esse turbilhão acontece com todos e para todos. Alguns saem-se melhor do que outros, a intensão é diferente...
O tempo tem passado tão rápido, que há menos de um mês será alcançado um objetivo, que precisou ser batalhado, estudado, negociado, moldado, e o resultado será visto apenas mais para a frente. E mais uma vez, explodem sensações mencionadas outrora.
A fúria de não compreender que atitude precisa ser melhorada, é totalmente normal.
Tudo, tudinho são escolhas, necessárias.
Hoje, não sinto-me capaz de escrever respostas ou soluções, pois ainda não foram encontradas, mas espero registrá-las mais adiante.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Calma, alma minha
Caminhamos aceleradamente, ficamos desolados... e na próxima esquina já esquecemos aquilo e iniciamos outro rápido pensamento em coisas costumeiras.
Podemos fazer algo quando vemos o desespero alheio, se deixarmos de nos preocupar apenas com nosso cansaço. Não é preciso ser um deus para fazer algo pelo próximo. Não fiquemos esperando a solução divina, que corroeu a capacidade de humano ser, tomada por essa cruel esperança que outrem faça. Ao longo desses dias em meio aos futeis e rotineiros pensamentos, aconteceram muitas coisas.
Sim, aconteceram. Reflitam. Um abraço, um sorriso, uma frase verdadeira, meia dúzia de outras nem tanto assim, dúvidas e superações, inenarráveis. Trânsito, sono, chuva, ansiedade, palavras afetuosas. Quantas vezes sentimos, quantas vezes aconteceram?
Todas as circunstâncias belíssimas! Crescemos, mudamos.
Rasto de nós, rasto de mim.
Podemos fazer algo quando vemos o desespero alheio, se deixarmos de nos preocupar apenas com nosso cansaço. Não é preciso ser um deus para fazer algo pelo próximo. Não fiquemos esperando a solução divina, que corroeu a capacidade de humano ser, tomada por essa cruel esperança que outrem faça. Ao longo desses dias em meio aos futeis e rotineiros pensamentos, aconteceram muitas coisas.
Sim, aconteceram. Reflitam. Um abraço, um sorriso, uma frase verdadeira, meia dúzia de outras nem tanto assim, dúvidas e superações, inenarráveis. Trânsito, sono, chuva, ansiedade, palavras afetuosas. Quantas vezes sentimos, quantas vezes aconteceram?
Todas as circunstâncias belíssimas! Crescemos, mudamos.
Rasto de nós, rasto de mim.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Para iniciar, eis aqui, palavras.
Início e fim, despedidas, e então recomeço?
Hoje, e nos últimos dias, foram frequentes as sugestões, crie um blog, diziam amigos, e eis aqui.
Para iniciar, refletem aqui curtos pensamentos, capazes de registrar a passagem do hoje para o amanhã, onde pessoas não mais estarão ao meu lado. A angústia que hoje ocupou minha tarde, amanhã não terá espaço, não mais.
O que ocupará este espaço amanhã, agora não é possível dizer, e nem desejo perder tempo com hipóteses, que não serão lidas, nem escritas.
Hoje, e nos últimos dias, foram frequentes as sugestões, crie um blog, diziam amigos, e eis aqui.
Para iniciar, refletem aqui curtos pensamentos, capazes de registrar a passagem do hoje para o amanhã, onde pessoas não mais estarão ao meu lado. A angústia que hoje ocupou minha tarde, amanhã não terá espaço, não mais.
O que ocupará este espaço amanhã, agora não é possível dizer, e nem desejo perder tempo com hipóteses, que não serão lidas, nem escritas.
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