domingo, 24 de julho de 2011

Caraminholas de domingo

O método de cativar, ensinar e aprender, através das coisas mais sensacionais existentes, envolvendo teatro, literatura/dramaturgia, música e não perdendo a ferramenta simples e atraente, esta não mais ou menos envolvente que as já mencionadas criações do homem: a tecnologia.
Aprender tudo o que puder ser absorvido de lá para eventualmente conhecer a estrutura de outras áreas de outras cidades, países, planetas. Manter foco e economizar tudo, inclusive energia e demais recursos externos.

Raiz di Polon - Mágica de Cabo Verde da FESTLIP para o blog!

Hoje, nesta cinzenta tarde de vagarosas ideias e curiosidade sempre acelerada, investiguei o que anda acontecendo em meu país, além das notas espalhadas sobre perdas de músicos entre outros infortúnios, e descobri um belíssimo evento que ocorre na cidade maravilhosa, o FESTLIP (http://www.talu.com.br/festlip/) e que deveria ser expandido para São Paulo e outras cidades de nosso grande país carente de cultura para todos. 

Dentre todas as atrações que fazem meus olhos brilharem, há um grupo que possui mágica e beleza, e cativam por sua origem, história, trabalho e proximidade. Raiz di Polon é a mágica de Cabo Verde, que está tão unida a nossa cultura periférica não somente pela língua portuguesa mas pela verdadeira qualidade, merecendo ainda maior atenção e divulgação do que as fatalidades que geram notícia e catarse pelo mundo.

sábado, 23 de julho de 2011

Assuntos atrasados - Parte II

Retorno, pode ser algo bom ou não...é o que se pensa sempre, com o pensamento surge a dúvida, e se passa por eles e vê que não é nem uma coisa nem outra. Este é um momento da vida, que repetimos por muitas vezes e nunca aprendemos ou até aprendemos sim como lidar, mas ainda não sei. Depois de um lindo período de descanso retomar atividades em velocidade desajustada é hilário e também um alívio porque quando volta para algo você está leve e com a decisão tomada, voltou porque assim desejou, senão ali não estaria. É a mesma coisa com comprometer-se, deseja e faz, e feliz fica em começar e estar e tudo, isso basta e aqui encerro.




Assuntos atrasados - Parte I

O objetivo hoje, foi criar uma nova cara, e novo espírito para ele, sim este pacífico e quase morto blog. Estou dando uma nova chance a ele, objetivo....manterei aqui informações sobre coisas ocorridas comigo e ao meu redor. 
Pensara, não posso deixar de mencionar momentos e lugares percorridos nestes últimos dias, com o maior intuito de envolvê-los e deixá-los tão curiosos a ponto de seguirem como sugestão e viverem momentos quase tão belos quanto os que pude viver, iguais não serão, não porque esteja me vangloriando ou algo próximo disso, mas porque serão diferentes, como tudo nessas vidas vagantes. 
Assistir a um espetáculo simples por sua estrutura cênica e intenso em alma, em boas companhias não tem preço, como dizem os publicitários. A montagem realizada pelo grupo Bem Te Vi da obra Summer and Smoke, de Tenesse Willians está no grau mais elevado de beleza e qualidade teatral, a construção cenográfica, corporal, o texto, e as reflexões geradas a partir do espetáculo conduzem a admiração do valioso trabalho que une as coisas que admiro fielmente: belíssimos textos poéticos e teatro em sua forma e alma mais amplos. 
A única coisa ruim e frustrante é que não acho maiores informações sobre o grupo responsável pela criação deste belo trabalho.













quinta-feira, 14 de julho de 2011

Conseguirás ir até onde?

Tal postura ofende a mim. Querer seguir pelo mundo, bailar, cantar, amar, sorrir. 
E continuar aqui estupidamente imóvel contradizendo a tudo em que acredita e deseja. 
Se soubesse os motivos, não estaria acumulando aflições desnecessárias.

Mais um dia, ou menos um, podemos analisar de acordo com a intensidade, é deprimente para quem acha que possui talento, é incrível, especial, estar agora a reduzir a um monte de falhas das próprias alquimias e ver-se sem forças como qualquer coisa que se desmancha, sem coragem e sem nada. 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

É o começo, o meio ou o ponto final?

A percepção da vida e ao longo dela só é nítida quando o fator tempo entra em ação. A vida caminha sobre o tempo? Ora vice e versa. Desfrutem sobre esta reflexão... Passar dias inteiros, por vezes mais que isso, pensando em que fazer e como reagir, o que é o que não é, e como tornar tangível. Caros, sinto em dizer a verdade, poderá agradá-los ou não, mas tais pensamentos muitas vezes são vãos. Quando chega o ponto em que cruzam coisas que nos fogem ao controle, e simplesmente, transparentes e verdadeiras ocorrem, em nada é possível contrapor, o mais próximo do ideal é ser guiado pelo sentir, que não afirmo nunca ser o correto, pois é apenas um devaneio, uma reflexão sem bases além do sentir. Mesmo que esteja próximo ou não do fim, não sofra pensando no que há de vir, a dor que acompanhará, pois às vezes ela nem passe por aqui ou acolá, e somente cresçam bons, e ainda melhores momentos. Começo de uma história, retorno em breve a outra, quantas geram e gerarão reflexões semelhantes e opostas a sucedida neste momento e encerrada por este ponto. Ou talvez prolongada por estes... Afinal, o que divide o fim de um novo começo é a decisão, e a vida é feita delas.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A dor do medo, essa sim, através dos olhos, reconhecida e usada contra si, triste.

A dor do medo, essa sim, através dos olhos, reconhecida e usada contra si, triste.
 Tristeza é o que se sente quando percebe que não é possível recuar, ser tomado pela impotência e submissão, pela covardia que explode em um interno grito animal, que segue por todo o corpo partindo dele com palavras que o diminuem até os menores sentimentos que pode ter: ódio e vingança.
Mas perceber que se podem superar sentimentos ainda mais repugnantes do que a ação de um infrator faz de você glorioso, capaz de ter como prêmio algo ainda mais valioso: um passo a frente e a conquista de novas formas, cores, pensamentos. E a esperança de quem sabe um dia, voltar a não caminhar com a dor do medo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Decepção? Não, realidade.

E então, a quem cobrar lealdade?  Como medir as duras palavras que foram ditas, e aqueles momentos que nada se tem a dizer? Não há mais laços, então passa como idéia fria e escura, aquela: acabar com tudo, de uma vez. Queres o fim? Mesmo que não saiba o que há além? Não sabendo o que há além é menos amargo, pois ao menos não há esperança. 

Doce dor libertada pelos homens e por mim.

Pode parecer estranho, mas solicito gentilmente que não façam julgamentos e leiam se assim desejar, pois gostaria muito de falar delas, e o efeito que causam em mim. Elas dão alegria, o êxtase que poucas coisas trazem na vida. Usá-las gera torpor e depois sensação de quase morte, consigo uma momentânea libertação, demônios ou seja lá como queiram chamar, estes saem de mim e ao mesmo são aprisionados em papel. 
Palavra, o uso da palavra, doce dor libertada pelos homens e por mim. Hein? Ah, agora  posso começar um novo dia. E, que dia.